OMASP · 2026 · 2ª fase

Nível 1 — Reaplicação (caderno de contingência)

Alunos

5.696

Questões

20

Média de acertos

6,5

Perfil deste caderno

Também voltado a maior desempenho no Nível 1 (média 6,5). A Q09 teve cerca de 73% de acerto, bem acima das demais deste caderno e de todo o Nível 1 regular.

Panorama das questões

QDiscrim.DificuldadeChute% acertoGab.Observação
011,811,410,1932DRótulo “fácil”; 32%
020,36−0,050,0050DDiscriminação baixa
031,300,730,0134E
040,970,360,1451B
051,490,410,0039BDiscriminação nítida
061,170,640,1244ED ≈ E
072,481,620,2331D
081,341,150,1939A
090,98−1,230,0073CMaior percentual do Nível 1
101,491,840,1121BE (48%) > B (21%)
113,651,680,1521D
122,881,670,1118CE (59%)
134,001,650,1318DB (50%)
141,991,330,2436D
154,001,650,2025A
164,001,960,3134BGabarito do texto da prova diverge
173,021,870,2125BC (30%) > B (25%)
183,942,170,1618CD (30%) > C (18%)
194,001,830,1317DA (26%) > D (17%)
203,561,790,1823D

A tabela acima cobre as 20. Abaixo, só os extremos: 4 a melhorar (TRI fraca ou enunciado que puxa para o erro) e 5 que funcionam (o gabarito entra na nota como se espera).

Visualizações

Acertos e nota TRI

Cada vela cobre a amplitude da nota TRI naquele número de acertos (pavio = mínima e máxima; corpo = 1º ao 3º quartil). A linha laranja é a média. Dois alunos com os mesmos acertos podem ter notas diferentes — é isso que a TRI faz.

Acerto por faixa de nota

Cada coluna é um quinto da turma, da nota mais baixa à mais alta. Cor mais escura = mais gente acertou. Uma linha que clareia da esquerda para a direita entra na nota; uma linha quase uniforme quase não separa.

Curva das questões em destaque

Linhas: probabilidade de acerto segundo o modelo 3PL. Pontos: o que se observou em faixas de nota. Tracejado = casos a melhorar; contínuo = casos que funcionam bem.

Quatro casos a melhorar

Não funciona bem aqui quer dizer uma destas coisas: acertar quase não muda quando o nível sobe (a questão pouco entra na nota); a alternativa errada foi a mais marcada (o enunciado puxa para outra leitura); ou o texto/arte admite mais de uma chave.

Q16

“Número foguete” / esfênico

Produto de exatamente três primos distintos, divisível por 6. Comentário pedagógico: B = 66 (2×3×11). Na aplicação valeu B (~34%). A tabela do texto da prova marca gabarito C; C = 72 = 2³×3² não é foguete.

Por que não funciona bem na TRI

  • A discriminação no máximo (4,00) faz quem marca B estar mais alto. A questão entra na nota. O problema é o material impresso.
  • O chute é 0,31 — elevado. Se parte da folha apontou C, o modelo lê isso como “acerto ao acaso”.
  • A, C e E (54, 72, 90) são “quase” fatoráveis da mesma forma. Alinhar tabela, comentário e cartão-resposta; senão o item mede qual folha o aluno leu.

O que a turma marcou

A
20,6%
B
33,9% gab.
C
15,5%
D
10,7%
E
19,2%
Q02

Letra de maior contorno

Irmã da Q02 da Tarde, pedindo a maior quantidade de material. Gabarito D = S (~50%). O ~38%.

Por que não funciona bem na TRI

  • A discriminação é 0,36: marcar S quase não muda quando o nível estimado sobe. A questão pouco entra na nota.
  • O chute é 0 e o gabarito é a moda (~50%), mas O leva 38%. O acerto não separa quem está mais alto.
  • Contar material em letra (O vs S) continua instável — mesma família da Tarde. Malha cotada, ou só segmentos retos.

O que a turma marcou

A
37,6%
B
2,3%
C
2,6%
D
50,5% gab.
E
7,0%
Q12

Natação ∩ corrida (números maiores)

60 natação, 48 corrida, 32 das duas. Total: 60+48−32 = 76 (gabarito C, ~18%). E = 108 ~59% (somar tudo).

Por que não funciona bem na TRI

  • A discriminação 2,88 é alta: quem chega em 76 tende a estar mais alto. A questão entra na nota. O problema é a moda.
  • O gabarito não é a moda. Quase 60% marcaram 108 — o mesmo ímã da Tarde (lá E tinha 73%).
  • 108 é 60+48 (ou 60+48+32 sem o ajuste). Quem subtrai a interseção uma vez marca C. Não oferecer 108.

O que a turma marcou

A
6,5%
B
6,6%
C
17,9% gab.
D
10,2%
E
58,8% moda
Q10

80% das medalhas no Fundamental; quantas no Médio?

2 000 medalhas; 80% no Fundamental. Médio = 20% = 400 (gabarito B, ~21%). E = 1 600 ~48% — os 80% que estavam no texto.

Por que não funciona bem na TRI

  • A discriminação 1,49: entra na nota, mas não é alta. Quem marca 400 tende a estar um pouco mais alto.
  • O gabarito não é a moda. Quase metade marcou 1 600.
  • 1 600 é o percentual que o enunciado cita (os 80%). O pedido é o complemento. Destacar “Ensino Médio” / “os 20% restantes”, ou não colocar 1 600. Sem isso, o item mede se a pessoa leu a última frase.

O que a turma marcou

A
18,7%
B
21,3% gab.
C
6,4%
D
5,5%
E
48,1% moda

Cinco casos que funcionam bem

Bom aqui quer dizer: acertar fica mais provável quando o nível estimado sobe (a questão entra na nota); a maioria que acerta não parece ter chutado; e as alternativas erradas são a mesma conta, pela metade.

Q09

Média de 5 estudantes

Cinco estudantes economizaram R$ 120 no total. Média: 120÷5 = R$ 24 (gabarito C, ~73%). Alternativas: 20, 22, 24, 25, 30.

Por que é um item bom na TRI

  • Discriminação 0,98: marcar 24 fica mais provável quando o nível estimado sobe — mudança visível, não brusca. A questão entra na nota.
  • O chute é 0. Quase três em quatro marcaram C — a leitura pretendida foi a da turma.
  • 20, 25 e 30 são divisões “redondas” de 120 por outro número. Quem divide por 5 marca C.

Percentual alto (73%) não é defeito: ficou bem mais fácil que o centro (dificuldade −1,23). Discriminação perto de 1 é o que se espera quando quase todos acertam. Neste caderno, é o item em que quem está mais baixo ainda move a nota.

O que a turma marcou

A
8,6%
B
4,5%
C
73,3% gab.
D
7,8%
E
5,7%
Q05

Operação com idades 11 e 12

Operação criada na aula; Ana 11, Bruno 12. Resultado 155 (gabarito B, ~39%). Alternativas: 23, 155, 132, 46, 143.

Por que é um item bom na TRI

  • Discriminação 1,49: marcar 155 fica mais provável quando o nível estimado sobe. A questão entra na nota.
  • O chute é 0. O gabarito é a moda (~39%).
  • 23 é só a soma das idades. 132 é só o produto. Quem aplica a operação completa marca B; quem usa uma conta da idade cai em A ou C. Álgebra com uma regra só.

O que a turma marcou

A
20,3%
B
39,3% gab.
C
16,2%
D
16,8%
E
7,3%
Q04

Coleta seletiva (igual à Tarde regular)

Cinco categorias; vidro já saiu. P(metal) = 1/4 (gabarito B, ~51%).

Por que é um item bom na TRI

  • Discriminação 0,97: marcar B fica mais provável quando o nível estimado sobe. A questão entra na nota.
  • Cerca de metade acertou, como na Tarde regular. Quem atualiza o total para 4 marca B; quem usa 1/5 esquece que o vidro já saiu. Mesmo item bom, neste grupo menor.

O que a turma marcou

A
5,5%
B
50,8% gab.
C
16,1%
D
9,5%
E
18,0%
Q11

Zuckerman (igual à Tarde regular)

Produto 48, divisível por 4, termina em 6 → entre 801 e 900 (gabarito D, ~21%).

Por que é um item bom na TRI

  • Discriminação 3,65 (alta): marcar D fica bem mais provável quando o nível estimado sobe. A questão entra na nota com peso.
  • As faixas vizinhas capturam quem usa só uma das condições. Quem junta as três chega em D. Percentual 21%, olimpíada no médio; o modelo separa como na Tarde.

O que a turma marcou

A
28,6%
B
30,9% moda
C
12,0%
D
20,9% gab.
E
7,6%
Q07

Ângulos do botão da guitarra (igual à Tarde)

Isósceles, menor ângulo 56°, os outros iguais. (180−56)/2 = 62° (gabarito D, ~31%). 60° (~24%) é o equilátero.

Por que é um item bom na TRI

  • Discriminação 2,48: marcar 62° fica mais provável quando o nível estimado sobe. A questão entra na nota.
  • O gabarito é a moda. Quem usa soma 180° e os dois iguais marca D; quem assume equilátero marca C. Mesmo perfil da Tarde regular neste caderno de contingência.

O que a turma marcou

A
11,1%
B
19,1%
C
24,2%
D
30,6% gab.
E
14,9%